Em 2006, Angola acolheu Convenção Internacional sobre tecnologia

Em 2006, Angola acolheu Convenção Internacional sobre tecnologia

20-10-2006 INTRODUÇÃO Entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, realizei, como vice-ministro da Ciência e Tecnologia, o primeiro Fórum de Convenção Internacional sobre Tecnologia em Angola. O evento foi uma oportunidade única para reunir profissionais, empresas angolanas e parceiros internacionais do setor de tecnologia da informação, promovendo a troca de experiências e fortalecendo a rede de contatos no país. Durante o fórum, pude apresentar as competências das nossas empresas e incentivar novas parcerias, fundamentais para diminuir custos, aumentar a transparência e impulsionar Continue

Em 2006, Angola queria investir USD 270 milhões em tecnologia

Em 2006, Angola queria investir USD 270 milhões em tecnologia

29/10/2006 INTRODUÇÃO O I Fórum de Tecnologias de Informação, realizado em Luanda entre 29 de novembro e 1º de dezembro, foi concebido com o objetivo de criar oportunidades para o estabelecimento de parcerias estratégicas, capazes de potencializar os 270 milhões de dólares (205 milhões de euros) de investimento estatal previstos para esta área entre 2007 e 2011. Na época, destaquei — enquanto vice-ministro angolano da Ciência e Tecnologia e autor deste artigo — que era essencial promover um evento que congregasse empresas nacionais e estrangeiras, Continue

Em 2006, Aker no IT Fórum

Em 2006, Aker no IT Fórum

20/11/2006 INTRODUÇÃO Entre os dias 29 de novembro e 1º de dezembro, Luanda foi palco de um importante marco para o setor de tecnologia em Angola: o I FÓRUM Internacional sobre as Tecnologias da Informação. Organizado pela Comissão Nacional das Tecnologias da Informação (CNTI), em parceria com o grupo empresarial Arena Direct e com o apoio do Governo Angolano, o evento teve como objetivo promover a troca de conhecimentos, experiências e oportunidades no universo das Tecnologias da Informação (TI), tanto para empresas nacionais quanto estrangeiras. Continue

Em 2006, Nandó considerou celebre entrada em funções do Portal do Governo

Em 2006, Nandó considerou celebre entrada em funções do Portal do Governo

28/11/2006 INTRODUÇÃO Como Pedro Teta, participei da cerimónia que o primeiro-ministro Fernando da Piedade Dias dos Santos considerou importante e memorável pela entrada em funções do Portal do Governo, iniciando a “governação electrónica” em Angola. O primeiro-ministro ressaltou que aquele dia coroava cerca de cinco anos de esforços, permitindo ao Governo aceder mais rapidamente às informações e brindar informações mais úteis aos cidadãos. Sublinhou que “Angola estava a crescer a ritmos aceitáveis” e que era necessário dominar as tecnologias actuais para o desenvolvimento rápido, pois Continue

Em 2006, Governo angolano lança portal de e-governance

Em 2006, Governo angolano lança portal de e-governance

28/11/2006 INTRODUÇÃO Como Pedro Teta, participei do lançamento histórico que marcou a entrada de Angola na era da governação electrónica com o Portal do Governo na Internet, visando aumentar a transparência e rapidez no acesso aos serviços públicos. O primeiro-ministro Fernando Dias dos Santos considerou aquele um dia importante, destacando o passo significativo rumo à governação electrónica. Salientei que, naquela fase inicial, tratava-se apenas de um serviço informativo, mas assegurei que em breve a relação entre cidadãos e governo seria interactiva. Admiti que Angola possuía Continue

Em 2006, Angola pediu que lusos seguissem Brasil e investissem em tecnologia

Em 2006, Angola pediu que lusos seguissem Brasil e investissem em tecnologia

INTRODUÇÃO Como Pedro Teta, considerávamos que Portugal era um “parceiro natural” no esforço de modernização do país no que dizia respeito às tecnologias de informação, e alertei que “aquele era o momento” para as empresas lusas apostarem neste mercado, ressaltando a presença “muito forte” do Brasil na região. Afirmei que “as empresas portuguesas precisavam deixar de atuar a partir dos hotéis e começar a criar parcerias” com empresas angolanas para conseguirem “competir, por exemplo, com o Brasil, que estava muito forte no mercado angolano”. Defendia Continue