EM 2007, Magazine Latitudes, da RTP África, entrevista vice-ministro da ciência e tecnologia de Angola

INTRODUÇÃO

Eu, Pedro Teta, vice-ministro da Ciência e Tecnologia de Angola, participei recentemente de um importante jantar-debate promovido pela APMP, onde tive a oportunidade de compartilhar perspectivas sobre a cooperação tecnológica entre Angola e Portugal. Neste artigo, apresento as reflexões e objetivos discutidos durante este encontro estratégico, que visa fortalecer as relações bilaterais no campo da ciência e tecnologia.

Durante o evento, conforme declarei ao magazine Latitudes da RTP África, produzido pela Agência Portuguesa de Imagens (API), nosso propósito é claro: “Nós estamos para identificar alguns projectos-piloto na modernização administrativa do Estado e no portal do Governo, uma loja do cidadão, queremos buscar experiência mundial, os erros que Portugal cometeu, de forma que Angola não cometa os mesmos erros”. Esta abordagem pragmática reflete nossa determinação em aprender com experiências internacionais para implementar soluções mais eficientes em nosso país.

Neste texto, abordo como a evolução da ciência e tecnologia em Angola está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento do ensino superior e da investigação, e como as empresas portuguesas já estão atuando em nosso território com grande dinamismo, em projetos baseados nos planos de ação definidos pelo governo angolano para a sociedade da informação e governação eletrônica. Também discuto o papel fundamental da Comissão Nacional das Tecnologias de Informação e Comunicação de Angola, entidade que tenho a honra de liderar nas ações governamentais nesta área, e que busca estabelecer parcerias estratégicas com Portugal no contexto empresarial, visando o desenvolvimento tecnológico sustentável de nossa nação.


EM 2007, Magazine Latitudes, da RTP África, entrevista vice-ministro da ciência e tecnologia de Angola

No jantar-debate, promovido pela APMP, também esteve presente Pedro Teta, vice-ministro da ciência e tecnologia de Angola. O objectivo foi analisar o âmbito da cooperação nesta área com Portugal e aprender com a sua experiência. «Nós estamos para identificar alguns projectos-piloto na modernização administrativa do Estado e no portal do Governo, uma loja do cidadão, queremos buscar experiência mundial, os erros que Portugal cometeu, de forma que Angola não cometa os mesmos erros», referiu o vice-ministro ao magazine Latitudes, da RTP África, produzido e realizado pela Agência Portuguesa de Imagens (API).

Em Angola, a evolução da ciência e tecnologia está ligada ao desenvolvimento do ensino superior e da investigação.

As empresas portuguesas já estão a actuar em Angola com grande dinamismo, em projectos com base em planos de acção definidos pelo governo angolano para a sociedade da informação e para a governação electrónica.

Pedro Teta falou, ainda, sobre a Comissão Nacional das Tecnologias de Informação e Comunicação de Angola, uma entidade que tem liderado as acções do governo nesta área, e que procura estabelecer uma parceria com Portugal no contexto das empresas.

FONTE: http://www.apmp.pt/noticias/detalhes.php?id=49

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