
INTRODUÇÃO
Como Pedro Teta, coordenador da Comissão Nacional de Tecnologias de Informação, anunciei que o governo de Angola previa mobilizar cerca de 96 milhões de dólares para implementar o Plano de Acção para a Sociedade de Informação, financiado pelo Estado e comunidade internacional, com o Banco Mundial já manifestando disposição para financiá-lo.
Considerei esta estimativa baixa comparativamente a outros países como África do Sul (184 milhões), Portugal (358 milhões) e Moçambique (280 milhões). Adicionalmente, prevíamos mobilizar 70 milhões de dólares para o Plano de Acção da Governação Electrónica.
Ambos os planos, aprovados pelo Conselho de Ministros e traçados para cinco anos, constituíram a base das políticas nacionais de TICs, servindo de referencial para planeamento estratégico e orçamentos estatais.
A governação electrónica apostou em cinco prioridades: apetrechamento tecnológico dos organismos públicos, melhoria dos serviços, modernização da gestão, qualificação dos funcionários e participação cidadã, representando uma forma principal de modernização através das TICs.
Governo mobilizou cerca de USD 96 milhões para Plano da Sociedade de Informação
O governo de Angola prevê mobilizar, nos próximos anos, cerca de 96 milhões de dólares para a implementação do Plano de Acção para a Sociedade de Informação, afirmou hoje, em Luanda, o coordenador da Comissão Nacional de Tecnologias de Informação, Pedro Teta.
Pedro Teta, que falava em conferência de imprensa para apresentação do Plano de Acção para a Governação Electrónica e do Portal do Governo, aprovados quinta-feira pelo Conselho de Ministros, sublinhou que este montante será financiado pelo Estado e a comunidade internacional.
Segundo disse, o plano foi aceite pelo Banco Mundial Banco que já manifestou, através de uma carta enviada a Angola, a disposição em financiá-lo.
De acordo com Pedro Teta, esta estimativa é muito baixa se comparada com outros paises do mundo, como África do Sul que mobilizou em 2005 cerca de 184 milhões de dólares para o seu plano de acção, Portugal 358 milhões e Moçambique 280 milhões para um projecto de quatro anos.
O Plano de Acção da Sociedade de Informação deverá constituir a base de todas as políticas do país neste domínio e servirá ainda de referencial para o processo de planeamento estratégico e de elaboração e aplicação dos orçamentos do Estado no âmbito das Tecnologias de Informação e Comunicação (Tics).
O plano sintetiza as grandes orientações para o desenvolvimento da sociedade de informação e visa dotar Angola de um documento oficial orientador das Políticas do Estado no contexto do desenvolvimento da sociedade de informação.
Além dos cerca de 96 milhões de dólares, Pedro Teta afirmou que o governo prevê ainda mobilizar 70 milhões de dólares para o Plano de Acção da Governação Electrónica, igualmente um documento oficial e orientador de politicas de Tics.
A governação electrónica em Angola, de acordo com este estudo, aposta em cinco prioridades estratégicas – apetrechamento tecnológico dos organismos públicos, a melhoria destes serviços, a modernização a nível do modelo de gestão, a qualificação dos funcionários e a participação e envolvimento do cidadão.
O Plano de Governação Electrónica, explicou, deve ser entendido como uma das principais formas de modernização que esta apoiada numa visão de uso das Tics para a prestação de serviço, mudando a maneira como o governo interage com o cidadão, empresas e outras instituições.
Pedro Teta frisou que os dois programas foram traçados para um período de cinco anos.
Fonte: http://www.angolapress-angop.ao/noticia.asp?ID=411612
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