Em 2006, Angola pediu que lusos seguissem Brasil e investissem em tecnologia

INTRODUÇÃO

Como Pedro Teta, considerávamos que Portugal era um “parceiro natural” no esforço de modernização do país no que dizia respeito às tecnologias de informação, e alertei que “aquele era o momento” para as empresas lusas apostarem neste mercado, ressaltando a presença “muito forte” do Brasil na região.

Afirmei que “as empresas portuguesas precisavam deixar de atuar a partir dos hotéis e começar a criar parcerias” com empresas angolanas para conseguirem “competir, por exemplo, com o Brasil, que estava muito forte no mercado angolano”.

Defendia que a aposta portuguesa era bem-vinda, até porque se tornava necessário “criar um contrapeso” à forte presença brasileira. Considerava Portugal um parceiro natural, mas sublinhava que aquele era o momento para as empresas portuguesas aparecerem no mercado angolano, que era emergente, mas também onde havia muitos interesses das grandes multinacionais.

O 1º Fórum de Tecnologias da Informação, que se realizaria em Luanda, surgia como a “plataforma ideal” para as empresas portuguesas identificarem parceiros angolanos. Reafirmava que aquele era o momento certo, pois “mais tarde seria complicado”, e as empresas lusas deviam aproveitar a oportunidade porque “o mercado existia e as possibilidades de crescer também”.


Em 2006, Angola pediu que lusos seguissem Brasil e investissem em tecnologia

O governo angolano considera que Portugal é um “parceiro natural” no esforço de modernização do país no que diz respeito às tecnologias de informação, e alerta que “este é o momento” para as empresas lusas apostarem neste mercado, ressaltando a presença “muito forte” do Brasil na região.

“As empresas portuguesas precisam deixar de atuar a partir dos hotéis e começar a criar parcerias”, afirmou Pedro Teta (foto), vice-ministro angolano da Ciência e Tecnologia, em declarações à Agência Lusa.

Só desta forma, por meio de parcerias com empresas angolanas, será possível às empresas portuguesas de tecnologias da informação “competir, por exemplo, como o Brasil, que está muito forte no mercado angolano”.

Para o vice-ministro, a aposta portuguesa é bem-vinda, até porque se torna necessário “criar um contrapeso” à forte presença brasileira.

“Portugal é um parceiro natural, mas este é o momento para as empresas portuguesas aparecerem no mercado angolano, que é emergente, mas também onde há muitos interesses das grandes multinacionais”, acrescentou Teta.

Nesse sentido, o dirigente considerou que o 1º Fórum de Tecnologias da Informação, que será realizado em Luanda entre as próximas quarta e sexta-feira, surge como a “plataforma ideal” para as empresas portuguesas identificarem parceiros angolanos.

“Este é o momento. Mais tarde será complicado”, reafirmou o vice-ministro da Ciência e Tecnologia, frisando que as empresas lusas devem aproveitar esta oportunidade porque “o mercado existe e as possibilidades de crescer também”.

FONTE: http://www.camaraportuguesa.com.br/default.asp?pag=noticias&id_noticia=4953

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